Publicado por: arielalmeida | 8 de julho de 2009

o lenço

olhava
pela janela

seriam tantos mesmos
de tão difusas cores?

sem provas,
desaprova
o que não conseguia olhar

com vestes d’Helena
renascia sem maquilagem
o seco olhar
fitando
o mundo fora do lenço.

desconhece, assim,
paixão
sem que haja ação

ele é um vento
a conjugar
a si próprio, nu,
santo,
sem escrúpulos
na rua e fora dela.

03/07/2009

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