Publicado por: arielalmeida | 5 de março de 2010

disseste-me sim

e eu acreditara.

sou palhaço que ri da própria piada
mas chora ao ver uma criança maltratada
ou menina que come sorvete
só para disfarçar o sorriso contido.

de agora em diante, somos tomate e cebola
compartilhando o prato em que enfeitamos
a deixar satisfeito a alguém.
mas quem é esse?

disseste-me sim,

terminaste com minha aflição
como num toque de midas,
rapidamente acalmei a mente
e procurei os céus em meu escuro.

ouvi-lhe que talvez,

pode ser que eu não consiga te entender,
por favor, cuida de mim
como se a rosa não tivesse espinho,
ainda sou alma boba.

disse a ti que sim,

vou acreditar em meu e nosso mundo,
seremos pó e pedra
conjugados para acertar o barro
que nossos pés sempre pediram.

entenda que sim.

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